domingo, 15 de janeiro de 2012
Microsoft mentindo
Galera ..o blog vai voltar aos poucos na rotina...estava em um projeto pessoal e não deu tempo nem de passar por aqui.
Mas agora volto com uma noticia que é péssima para nós ...mas esperamos que seja só boatos...mas enfim...
Confirmado: Windows 8 bloqueará uso de Linux em máquinas com arquitetura ARM
Suspeitas são confirmadas e apenas quem usar computadores com outros tipos de processadores poderá trocar de sistema operacional.
Há alguns meses, começaram a circular na internet boatos de que a Microsoft bloquearia a instalação de outros sistemas operacionais (SO) em computadores originalmente vendidos com o Windows 8 instalado.
O bloqueio funcionaria por meio de uma certificação exclusiva durante a inicialização do sistema, que usaria uma medida de segurança chamada de “UEFI secure boot”. Isso significa que para instalar um novo SO, o dono do computador precisaria ter uma chave para desativar essa função. Conforme a notícia do Software Freedom Law Center , esse bloqueio foi confirmado para máquinas que usarem arquitetura ARM.
A base para a afirmação é o Certificado de Requerimentos de Hardware do Windows. Conforme o documento, a inicialização do Windows 8 conta com uma opção customizada, em que você pode instalar o sistema que desejar, porém, essa regra não se aplica aos dispositivos ARM. Nem isso, nem mesmo a possibilidade de desabilitar a função “UEFI secure boot” estará disponível para esse tipo de equipamento.
Por fim, o pessoal do Software Freedom acusa a Microsoft de cinismo, pois a confirmação da trava contraria o que foi dito em um blog oficial da empresa, na postagem em que Steve Sinofsky negava as acusações de que a fabricante cercearia a liberdade de escolha de seus clientes
Estarei aqui pesquisando e assim que tiver informações estarei postando por aqui...
Fonte:Tecmundo
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
O ativista Christopher Soghoian abordou questões importantes da privacidade na internet.
Christopher Soghoian é uma das pessoas mais detestadas pelas grandes empresas de tecnologia. A partir da publicação de documentos ou da simples explicação de detalhes sobre falcatruas feitas por gigantes como o Google ou o Facebook, ele traz à mídia alguns debates importantes sobre privacidade e segurança na internet.
Buscando quais as motivações dele e o que essas empresas têm de tão ruins, o Tecmundo bateu um papo com Soghoian, um dos blogueiros e ativistas digitais que mais se destacam hoje em dia.
Tecmundo: Quando você começou a mexer em computadores? E de onde veio a paixão pela privacidade online?
Christopher Soghoian: Eu uso computadores desde uns cinco ou seis anos de idade. Meu pai era engenheiro de computação, então a paixão foi passada dele para mim. O interesse em privacidade veio depois, talvez há uns seis ou sete anos. Minha formação é em Ciência da Computação e meu mestrado em segurança computacional – e segurança e privacidade são dois lados da mesma moeda. Mas a experiência realmente ficou pessoal quando FBI foi até a minha casa às duas horas da manhã.
Tecmundo: Por que você faz esse tipo de ação contra as empresas? Há uma motivação especial que fez você começar?
Soghoian: Eu gasto tanto tempo contra essas empresas porque são elas que detêm o poder. Há três maneiras de tentar mudar as coisas: conseguir que o governo faça mudanças, os consumidores façam mudanças ou as empresas que providenciam serviços a todos que façam mudanças. O governo frequentemente trabalha contra a privacidade, o consumidor não entende muito do assunto e, no fim das contas, está lá usando o produto dessas companhias. Então o modo mais efetivo é trabalhar com as corporações. Google ou Facebook precisam de uma simples mudança para que centenas de milhões de pessoas sejam beneficiadas – ou o contrário. Se você tentar envergonhá-las para que elas sejam melhores, você pode impactar positivamente ou ao menos proteger essas pessoas ao redor do mundo de algo negativo.
Tecmundo: Como é a sua rotina? Muitas horas de frente para o computador? Como você encontra tempo para fazer outras coisas?
Soghoian: Eu passo provavelmente metade do dia na frente do computador e a outra metade me encontrando com pessoas, conversando com jornalistas, ativistas e políticos aqui em Washington. Vários desses encontros são cara a cara, porque eles não querem discutir esse tipo de coisa por email. Então, provavelmente, umas cinco ou seis horas por dia.
Tecmundo: Qual foi a falha de segurança mais incrível que você encontrou ou consertou? E a mais perigosa?
Soghoian: O problema que eu consertei e teve maior publicidade foi a falta de criptografia no Gmail. Até janeiro de 2010, a Google não usava nada quando você logava em sua conta, o que significa que qualquer um em um café, biblioteca, aeroporto ou com conexão Wi-Fi poderia facilmente hackear seu email. A mesma falha existia no Twitter, Yahoo, Hotmail, Facebook... Em resposta ao público, a Google mudou as configurações e deixou a proteção padronizada. Mas não posso me responsabilizar por isso – acredito que a carta pública que eu escrevi e que foi assinada por 37 especialistas em segurança ajudou a aumentar a temperatura na Google.
A outra ação grande em que eu foquei foi em vigilância do governo, como a polícia ou espiões rastreiam celulares e conseguem informações via GPS. Em 2009, me infiltrei em uma conferência e gravei escondido um executivo de uma companhia telefônica descrevendo a quantidade de pedidos que eles recebem todos os anos sobre a localização dos norte-americanos. Isso causou bastante mídia quando foi revelado e ajudou a providenciar dados sobre o quanto estamos sendo vigiados.
Tecmundo: Por que é tão fácil encontrar essas falhas? As empresas não as levam a sério?
Soghoian: Companhias têm uma obrigação com seus acionistas que é a de fazer dinheiro. E não há lucros ao consertar falhas. Então, se uma companhia tem centenas de engenheiros, eles não querem pegar uns cinco que estavam criando produtos ou serviços para assuntos de segurança. A não ser que a falha cause algum prejuízo financeiro, não há a intenção de consertá-lo. Fazer com que ela atinja os jornais ou os políticos é forçar as empresas a levar isso a sério. Especialmente o Facebook, cuja estratégia parece ser violar a privacidade do usuário e, quando são pegos, dizer “Oh, nos desculpem!”.
Tecmundo: Como o público reage às suas ações? As empresas não gostam, acredito...
Soghoian: As companhias obviamente não ficam felizes ao verem suas falhas publicamente discutidas, mas o consumidor parece muito feliz ao saber disso – e irritado por saber que elas estão violando a privacidade dele, claro. Já os políticos gostam bastante quando alguém toma um tempo para ajudá-los a entender o que está acontecendo. Infelizmente, não há muita gente na área da política que saiba muito de tecnologia – eles sabem que a internet é muito importante para a economia, mas ninguém sabe explicar o porquê.
Tecmundo: Você não tem medo das empresas ou de ser preso por muito tempo? O FBI visitou você depois do episódio com as passagens aéreas.
Soghoian: O FBI foi até a minha casa, mas eles não me prenderam. Eu nunca fui preso, tento ficar sempre do lado certo da lei. Trabalho com advogados normalmente, então acho que 100% do que eu faço são atividades legais. Não estou preocupado com o governo. As companhias fazem muito barulho, mas, no fim das contas, não há muita coisa que elas possam fazer. Se a Google quisesse, ela poderia silenciar meu email, mas isso seria muito mesquinho por parte dela. Eu sou como um mosquito pequeno e barulhento.
"De várias maneiras, o Anonymous está agindo em prol da internet" (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Tecmundo: Grupos como o Anonymous e a LulzSec são mais políticos, mas expõem falhas de segurança. O que você acha deles?
Soghoian: O Anonymous às vezes age como a consciência da internet. Isso não significa que eu apoio tudo o que eles fazem e os métodos que eles usam, mas muita gente online está insatisfeita com o que está acontecendo nos últimos anos. Não há nada que indivíduos possam fazer – no fim das contas, somos dependentes das empresas que nos fornecem a infraestrutura, as comunicações, a internet, o sistema bancário. De várias maneiras, o Anonymous está agindo em prol da internet.
A LulzSec é ligeiramente diferente, eles comprometeram várias organizações e servidores. Claro que esses atos são ilegais, mas é preciso colocar um pouco de responsabilidade na organização que tem uma segurança tão ruim, já que as técnicas de invasão não eram revolucionárias ou inovadoras. Se você deixa as chaves do carro no veículo, você culpa o ladrão ou a pessoa que as esqueceram lá? Furtar é crime, mas é preciso discutir sobre quem fez aquilo primeiro. Além disso, quando a LulzSec invade um computador, nós ficamos sabendo, já que eles são visíveis e o propósito é expor. Quando o governo dos EUA, da Russia, China ou Israel entra em um PC, eles não contam para nós. É algo ruim, mas é melhor que isso aconteça através da LulzSec e que os erros sejam consertados. Pelo menos eles nos avisam!
Tecmundo: E os escândalos envolvendo Google e Facebook? Eles estão em algum tipo de guerra digital?
Soghoian: Eles são competidores multibilionários, claro que estão engajados em uma guerra de negócios. Ambos competem pelos mesmos usuários e pela atenção dos políticos e da imprensa. É a mesma coisa que a Coca-Cola e a Pepsi, que estão sempre em guerra. Há alguns meses, eu publiquei alguns truques sujos que o Facebook estava usando contra os competidores. Claro que sabemos que todos fazem isso, mas é muito raro pegar alguém. Normalmente, eles fazem isso de maneira esperta, mas essa companhia era bem estúpida.
Tecmundo: Como podemos fazer com que elas sejam mais amigáveis?
Soghoian: Você não espera que companhias petroleiras se preocupem com o meio ambiente. Não há diferenças entre Exxon, British Petroleum, Facebook ou Google. Em um caso, eles coletam recursos naturais; no outro, pegam dados digitais de você. Se você quer que eles parem de despejar produtos químicos em um rio, você precisa aprovar uma lei que os proíba. Se você quer que o Facebook pare de espiar a privacidade online e de compartilhar seus dados com anunciantes, o caminho é o mesmo. Não é caridade, são negócios.
Tecmundo: Por favor, deixe uma mensagem para nossos leitores brasileiros.
Soghoian: Lembrem-se de que as companhias cujos produtos vocês usam (Facebook, Google ou Microsoft) não trabalham para você, mas para si mesmas. Os serviços que elas fornecem de graça são feitos para que você compartilhe o máximo de dados possível, para que elas monetizem isso com propaganda e rastreamento. Os negócios aparecem antes e só depois vem a sua privacidade. Elas não são suas amigas – isso não significa que elas sejam más, mas não estão aqui para te ajudar.
....
No final da entrevista, Christopher pediu que enviássemos o artigo em português para que ele pudesse dar uma lida. Com bom humor, ele afirmou que usaria o Google Tradutor para entender o texto, mesmo que isso implique violar sua privacidade.
Fonte :Tecmundo.passa lá.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Galera ...em tempo
O professor Rubens mandou um e-mail , para quem tem o e-mail cadastrado com ele e mando no e-mail da sala também ciencia_comp2011@hotmail.com, um simulado do exame final, ele disse que será a mesma coisa, somente com valores trocados , então é uma grande chance que ele esta dando a todos ....vai lá e aproveita
Um abraço
Laércio
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Quais as diferenças entre os processadores Intel Core i3, i5 e i7 da primeira e segunda geração?
Conheça os novos processadores Intel e as principais novidades da arquitetura Sandy Bridge
As novas CPUs trabalham com memórias DDR3 em canal duplo. Os módulos compatíveis podem operar na frequência de 1.333 MHz. Tal informação, no entanto, é válida para os modelos iniciais com arquitetura Sandy Bridge, visto que em breve pode ser liberada a versão do Intel Core i7 Extreme, a qual, em teoria, trará suporte para memórias com frequência de 1.600 MHz.
Outra mudança foi na disposição dos pinos de encaixe. O chamado “soquete” do processador teve alterações, isso porque a estrutura como um todo foi alterada ao organizar os componentes internos em forma de anel. Todos os novos processadores dessa linha vêm com o padrão de 1.155 pinos. Esse pequeno detalhe pode parecer insignificante, no entanto, é um aspecto importante a ser memorizado para o momento em que você for comprar uma placa-mãe compatível.
Basicamente, a Intel acrescentou letras para identificar os diferentes focos de cada processador. Assim, existem modelos que têm a terminologia T, S e K. A letra “T” identifica quais modelos são econômicos. O Intel Core i5 2390T, por exemplo, vem configurado com um TDP de 35 W. Ainda que tal valor não signifique necessariamente o consumo de energia, ele é o valor adotado pelas fabricantes para indicar qual CPU consome mais ou menos.
A letra “S” serve para indicar quais modelos possuem melhor balanceamento para desempenho. Isso significa que processadores com essa terminologia possuem frequência e outras especificações configuradas na medida certa.
Por último, a Intel reservou a letra “K” para especificar quais modelos são ideais para usuários que preferem desempenho máximo. Há somente dois processadores com essa terminologia, os quais podem ter a frequência alterada através do método de overclock. Falando bonito, a letra “K” indica que a CPU tem o multiplicador destravado e, com isso, o usuário pode aumentar o clock do processador e ter um ganho significativo em desempenho.
Essa série de CPUs é composta por três modelos, cada qual com pequenas diferenças na frequência. Todos os processadores Intel Core i3 de segunda geração vêm com chip gráfico, compatibilidade com a tecnologia de 64 bits, dois núcleos (e capacidade para execução de quatro threads) e cache L3 de 3 MB.
Um detalhe importante a ser observado é que os processadores Intel Core i3 de segunda geração não são compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Sendo assim, eles são “limitados” quando jogos ou aplicativos demandam mais poder de processamento do que a CPU consegue fornecer.
A diferença de desempenho das CPUs Intel Core i5 de segunda geração já começa nas especificações. Retirando o modelo i5-2390T, todos os demais vêm com 6 MB de memória cache L3. Além disso, a frequência mínima encontrada nessa série é 2,5 GHz, valor suficientemente bom para processadores de quatro núcleos.
Aliás, falando em núcleos, temos de alertar logo que o modelo Intel Core i5 2390T é o menos indicado para aquisição. Salientamos isso, pois essa CPU tem menor quantidade de memória cache L3 (ela vem com metade do que o encontrado em outros modelos) e conta “apenas” com dois núcleos. Não que tal modelo seja de baixo desempenho, entretanto, ele é equiparado aos processadores da linha Intel Core i3.
Assim como a linha i5, a i7 também traz processadores compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Isso significa que você terá excesso de desempenho em qualquer atividade, visto que não há muitas limitações quanto à velocidade de operação.
Fonte:Tecmundo
Tudo igual... Entretanto, muito diferente
Como a própria Intel denomina, os novos Intel Core i3, i5 e i7 são processadores pertencentes à segunda geração de uma arquitetura que mostrou excelentes resultados. E justamente por não se tratar de um uma nova linha é que muitas configurações são semelhantes.
Memória cache
Todos os processadores contam com memória interna, a qual é divida em subníveis. Cada um serve para armazenar um determinado tipo de informação. Vale lembrar que essas divisões de níveis já são bem conhecidas pelos nomes cache L1, L2 e L3.
Os processadores Intel Core de segunda geração vêm com algumas modificações no cache. Entretanto, antes de falar das novidades, precisamos deixar claro o que permanece intacto. Se repararmos bem, o cache L1 das CPUs com arquitetura Sandy Bridge não foi alterado. Dessa forma, esses chips contam com 32 KB para instruções e 32 KB para dados – quantidades de memória separadas para cada núcleo.
O cache L2 não sofreu alterações no modo de funcionamento, tampouco na quantidade de memória. Sendo assim, os processadores Intel Core de segunda geração trazem 256 KB de memória para cada núcleo (o que altera a quantidade total de acordo com o modelo). A única diferença é que o cache L2 foi renomeado para Mid-Level Cache (MLC), algo como “Cache de Nível Intermediário”.
Controlador de memória
Assim como na primeira geração da linha Intel Core, o controlador de memória do processador continua integrado ao chip principal. Tal método foi adotado anteriormente e surtiu excelentes resultados, fator que obrigou a Intel a manter a receita. Antes de continuarmos, vale lembrar que, como o próprio nome diz, o controlador de memória serve para controlar a memória. E no caso das CPUs Intel Core, são memórias do tipo DDR3.
Tecnologia Intel Turbo Boost 2.0
A tecnologia Inter Turbo Boost serve para regular a frequência do processador conforme os aplicativos em execução. Isso quer dizer que os processadores dotados de tal tecnologia são capazes de aumentar ou diminuir a “velocidade” e, consequentemente, economizar energia.
Com a segunda geração de processadores Intel Core, a fabricante realizou algumas melhorias no modo de operação desse recurso. Os processadores com microarquitetura Sandy Bridge têm sua frequência alterada pelo próprio sistema operacional, o qual não consegue ativar o recurso enquanto uma carga mínima é atingida.
Assim como a primeira versão dessa tecnologia, a segunda também depende de uma série de fatores. O valor máximo da frequência varia conforme o consumo estimado de energia e de corrente, o número de núcleos ativos e a temperatura do processador. Sendo assim, a CPU fica monitorando se todos esses valores estão dentro dos padrões e, se por acaso as tarefas demandarem mais poder de processamento, então o recuso é ativado.
Novidades fundamentais
Arquitetura
Antes de comentar sobre as diversas tecnologias que fazem parte dessas novas CPUs, vale abordar o que muda no método de construção. A primeira diferença notável está no tamanho ínfimo dos componentes internos. Os processadores com microarquitetura Sandy Bridge são fabricados com nanotecnologia de 32 nm.
Já os processadores com arquitetura Nehalem eram fabricados, em um primeiro momento, com nanotecnologia de 45 nm. Vale frisar, no entanto, que posteriormente a Intel investiu em chips com nanotecnologia de 32 nm.
Em teoria, tanto as CPUs Intel Core de primeira quanto as de segunda geração seriam idênticas nesse aspecto. Contudo, os novos modelos contam até mesmo com a northbridge fabricada com 32 nm, enquanto que, nos anteriores, esse componente ainda era de 45 nm.
A montagem dos componentes internos também sofreu alterações. Os processadores Sandy Bridge vêm esquematizados em formato de anel. Isso significa que diversos itens estão em diferentes posições. Tal mudança foi necessária em decorrência de algumas alterações quanto à ponte norte e a outros controladores.
A northbridge, inclusive, agora está acoplada ao chip principal, ou seja, na mesma pastilha de silício. Além disso, a unificação é uma característica primordial da nova arquitetura Sandy Bridge. Os núcleos, o controlador de memória, o cache L3 (LLC) e o chip gráfico estão todos unidos para melhorar o tempo de acesso e o compartilhamento de recursos.
Cache L0
Uma das principais novidades na arquitetura Sandy Bridge é o cache L0. Essa pequena memória vem para auxiliar o processador na hora de aproveitar dados comumente utilizados. O cache L0 recebeu o nome de cache de microinstruções decodificadas, o qual é capaz de armazenar até 1.536 microinstruções.
Esse novo cache é um benefício em dois sentidos: primeiro que o processador não terá de decodificar as mesmas instruções duas vezes, e, segundo, que a CPU consegue desativar a coleta de novos dados por algum tempo, fator que auxilia na economia de energia. A vantagem obtida ao usar o cache L0 chega a 80%, dado este obtido em uma apresentação da Intel.
Cache L3
Inovando ainda mais, a Intel mudou o modo como os núcleos acessam a memória cache L3. Nos modelos com arquitetura Nehalem, essa memória era independente. Nos processadores Sandy Bridge, ela é compartilhada — de maneira semelhante ao que se vê no AMD Phenom II. Isso significa que todos os núcleos podem acessar os mesmo dados, sem ter de ficar carregando as mesmas informações de forma independente.
Com isso, as CPUs com microarquitetura Sandy Bridge têm certa vantagem se comparadas às da primeira geração da linha Intel Core. Além dessa alteração no funcionamento, a Intel decidiu modificar o nome do cache L3 para Last-Level Cache (LLC).
AVX - Extensões de Vetor Avançadas
Em vez de adotar um novo conjunto de instruções SSE, a Intel decidiu adotar um caminho diferente. O conjunto de instruções AVX foi desenvolvido para utilização em aplicativos em que existe a presença intensiva de pontos flutuantes.
O que é um ponto flutuante? Basicamente, são números digitais, os quais servem para representar os números que conhecemos. Apesar de parecerem desnecessários, os pontos flutuantes possibilitam um aumento significativo no desempenho, porque são números simplificados para a fácil compreensão do processador.
Agora que você já tem ideia do que é um ponto flutuante, fica fácil compreender para que serve o conjunto de instruções AVX. Como o próprio nome diz, o AVX é composto por várias instruções, as quais vão possibilitar interpretar os pontos flutuantes e exibir números compreensíveis para o usuário.
Em teoria, o Intel AVX vai auxiliar na execução de aplicativos científicos, financeiros e multimídia. Todavia, a utilização desse conjunto de instruções depende do sistema operacional (só funciona no Windows 7 SP1 e quaisquer distribuições Linux que usem o Kernel 2.6.30 ou superior) e do aplicativo que está sendo executado, visto que o aplicativo precisa ter sido programado para trabalhar com tais instruções.
O Intel AVX utiliza operadores de 256 bits (contra os 128 bits que eram utilizados em conjuntos anteriores) e traz 12 novas instruções. Tais informações significam que mais dados podem ser processados ao mesmo tempo. Esse conjunto de instruções também será adotado pela AMD, nos processadores Bulldozer, visto que o objetivo é sempre gerar maiores vantagens para o usuário.
Intel HD Graphics
Uma das principais novidades das CPUs Intel Core de segunda geração é a presença de um chip gráfico acoplado com o processador principal. Por contarem com uma GPU, tais modelos são classificados como APUs (Unidade de Processamento Acelerado), assim como os novos processadores AMD Fusion.
As CPUs com microarquitetura Sandy Bridge podem contar com chips gráficos Intel HD Graphics 2000 ou Intel HD Graphics 3000. As GPUs desses novos processadores têm sua frequência variável conforme o modelo em questão. A memória desses chips gráficos é a memória RAM padrão do computador, todavia, eles podem utilizar os dados presentes no cache L3 do processador.
Por se tratar de processadores gráficos básicos, esses chips não são capazes de executar jogos com alta qualidade. Entretanto, o foco básico é a reprodução de vídeos em 1080p e de gráficos tridimensionais simples. Justamente por não se tratar de GPUs para jogos, essas unidades de processamento possuem suporte apenas para o DirectX 10.1.
Por se tratar de processadores gráficos básicos, esses chips não são capazes de executar jogos com alta qualidade. Entretanto, o foco básico é a reprodução de vídeos em 1080p e de gráficos tridimensionais simples. Justamente por não se tratar de GPUs para jogos, essas unidades de processamento possuem suporte apenas para o DirectX 10.1.
Dual DDR3 e novo soquete
Os processadores da primeira geração da linha Intel Core podiam trabalhar com memórias DDR3 com frequência de até 1.066 MHz. Todavia, os módulos deviam ser configurados em canal triplo, fatores esses que mudaram completamente na segunda geração.As novas CPUs trabalham com memórias DDR3 em canal duplo. Os módulos compatíveis podem operar na frequência de 1.333 MHz. Tal informação, no entanto, é válida para os modelos iniciais com arquitetura Sandy Bridge, visto que em breve pode ser liberada a versão do Intel Core i7 Extreme, a qual, em teoria, trará suporte para memórias com frequência de 1.600 MHz.
Outra mudança foi na disposição dos pinos de encaixe. O chamado “soquete” do processador teve alterações, isso porque a estrutura como um todo foi alterada ao organizar os componentes internos em forma de anel. Todos os novos processadores dessa linha vêm com o padrão de 1.155 pinos. Esse pequeno detalhe pode parecer insignificante, no entanto, é um aspecto importante a ser memorizado para o momento em que você for comprar uma placa-mãe compatível.
Algumas alterações na nomenclatura: K, T e S
Uma das principais diferenças entre as CPUs da primeira e segunda geração da linha Intel Core está no nome. Não que tal detalhe faça diferença na usabilidade, entretanto, é um fator importante a ser analisado, pois o entendimento é crucial para o momento da compra.Basicamente, a Intel acrescentou letras para identificar os diferentes focos de cada processador. Assim, existem modelos que têm a terminologia T, S e K. A letra “T” identifica quais modelos são econômicos. O Intel Core i5 2390T, por exemplo, vem configurado com um TDP de 35 W. Ainda que tal valor não signifique necessariamente o consumo de energia, ele é o valor adotado pelas fabricantes para indicar qual CPU consome mais ou menos.
A letra “S” serve para indicar quais modelos possuem melhor balanceamento para desempenho. Isso significa que processadores com essa terminologia possuem frequência e outras especificações configuradas na medida certa.
Por último, a Intel reservou a letra “K” para especificar quais modelos são ideais para usuários que preferem desempenho máximo. Há somente dois processadores com essa terminologia, os quais podem ter a frequência alterada através do método de overclock. Falando bonito, a letra “K” indica que a CPU tem o multiplicador destravado e, com isso, o usuário pode aumentar o clock do processador e ter um ganho significativo em desempenho.
Intel Core i3 de segunda geração – O econômico
A segunda geração de processadores Intel Core é composta por modelos idênticos aos da primeira. A nomenclatura deles foi alterada, entretanto, o consumidor não deve ter problemas para identificar que o i3 é o mais modesto dos processadores.Essa série de CPUs é composta por três modelos, cada qual com pequenas diferenças na frequência. Todos os processadores Intel Core i3 de segunda geração vêm com chip gráfico, compatibilidade com a tecnologia de 64 bits, dois núcleos (e capacidade para execução de quatro threads) e cache L3 de 3 MB.
Um detalhe importante a ser observado é que os processadores Intel Core i3 de segunda geração não são compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Sendo assim, eles são “limitados” quando jogos ou aplicativos demandam mais poder de processamento do que a CPU consegue fornecer.
Intel Core i5 de segunda geração – O ideal para qualquer tarefa
A série de CPUs intermediária da Intel continua sendo a Intel Core i5. Composta por nove modelos, essa linha é preparada para atender diversos públicos, visto que os processadores em questão possuem muitas diferenças nas especificações.A diferença de desempenho das CPUs Intel Core i5 de segunda geração já começa nas especificações. Retirando o modelo i5-2390T, todos os demais vêm com 6 MB de memória cache L3. Além disso, a frequência mínima encontrada nessa série é 2,5 GHz, valor suficientemente bom para processadores de quatro núcleos.
Aliás, falando em núcleos, temos de alertar logo que o modelo Intel Core i5 2390T é o menos indicado para aquisição. Salientamos isso, pois essa CPU tem menor quantidade de memória cache L3 (ela vem com metade do que o encontrado em outros modelos) e conta “apenas” com dois núcleos. Não que tal modelo seja de baixo desempenho, entretanto, ele é equiparado aos processadores da linha Intel Core i3.
Intel Core i7 de segunda geração – O rápido ficou mais rápido!
A linha Intel Core i7 de segunda geração chega para fazer ainda mais bonito. As poucas modificações internas nessas CPUs foram suficientes para apresentar enormes diferenças no desempenho. Essa linha é composta apenas por três modelos, os quais contam com quatro núcleos e capacidade para execução de oito threads.Assim como a linha i5, a i7 também traz processadores compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Isso significa que você terá excesso de desempenho em qualquer atividade, visto que não há muitas limitações quanto à velocidade de operação.
Fonte:Tecmundo
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Rap da Pilha
Caraca ...pressão total....( e o blog ficou meio esquecido ....) Mas não criemos Cânico .....agora as férias estão pintando e me dedicarei mais por aqui ......e a galera do primeiro semestre que esta indo pro segundo ( ufa!!!) divulguem o blog ...vamos usa-lo como referencia ....
Bom as vésperas da prova de Física ...eis que me deparo com esse professor ..e ..bom vejam vcs mesmos...
Aí Professores fica a dica ...
Será que não é isso que falta nessas aulaspouco difíceis? ( só não pode ser funk....kkkkk)
Bom as vésperas da prova de Física ...eis que me deparo com esse professor ..e ..bom vejam vcs mesmos...
Será que não é isso que falta nessas aulas
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